terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aplicar seu dinheiro em imóveis é sem dúvida nenhuma, segundo especialistas, o melhor investimento.

Por que o investimento em imóvel é sempre visto como um bom negócio, principalmente em tempos de crise, como a que se avizinha? Volta e meia, a presidenta Dilma diz que o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional que mais cedo ou mais tarde baterão à porta.

O curioso é que ninguém sabe exatamente a magnitude da crise, nem como ela atingirá o bolso do cidadão, nem suas aplicações financeiras. Mas há motivo para sérias desconfianças, afinal as ações na Bovespa começam a virar pó e tome-se como parâmetro o investidor Eike Batista, que numa tacada perdeu dois bilhões de reais.

E a isso acrescente-se que mais de 12 mil pessoas físicas deixaram a Bolsa.

De pequenos a grandes investidores, todos procuram colocar uma parte de seu capital em imóveis, aqui no Brasil, como também na Europa e nos Estados Unidos e até mesmo no Chile e no México. Nesses países, a participação do mercado imobiliário no Produto Interno Bruto chega a 15%, como no caso do Chile, enquanto no Brasil ele fica em 4%.

No livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”, o economista e vice- presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças, Luiz Roberto Calado, descreve o imóvel como uma aplicação palpável, ou seja, diferentemente de papéis, como ações e ouro, o imóvel é tangível.

Salvo se acontecer um terremoto, ele está lá e sua valorização depende da localização e do momento da economia. Nos primeiros dois anos e meio a três de construção, o imóvel pode se valorizar até 50%.

Mas como ensina o ditado popular, não existe almoço grátis, daí os ganhos volumosos oferecidos pelo mercado financeiro podem muitas vezes desaparecer rapidamente e exibir um tremendo prejuízo. Que o diga a Bovespa, que já viu sumir mais de R$ 100 bilhões, por conta da crise financeira internacional.

No caso da aplicação em imóvel usado, é possível ir ao cartório e se certificar se o dono não tem alguma pendenga com o fisco ou qualquer outro credor, público ou privado. Se o imóvel estiver na planta, uma consulta sobre a construtora ou a incorporadora dirime qualquer dúvida. Como ensina Calado, o imóvel é um bem palpável, os outros são virtuais ou papéis.

Fazer aplicação para obter retorno é a busca de todo cidadão que age para proteger seu capital, amealhado na labuta diária e obrigado a repassar parte de seu sucesso para um sócio que nada lhe dá de retorno, estou falando dos governos e a carga excessiva de impostos massacrantes incidindo sobre a renda do cidadão.

Nesse momento, o imóvel ganha maior realce em razão do que pode acontecer no Brasil face a crise financeira dos EUA e da Europa. Na comunidade europeia, os governos estão endividados de tal maneira, que Grécia e Portugal são dados como insolventes. Um programa para colocar as finanças desses países no lugar exigiria um brutal corte de despesas públicas, em saúde, educação, salários, aposentadorias e uma forte elevação de impostos. Nos Estados Unidos, o governo não consegue aquecer a economia e teme que o país entre em recessão.

Pelo menos até 2013, a economia norte-americana estará no limbo, com os juros entre zero e 0,25% e consumo em baixa. Aplicar em imóveis torna-se um porto seguro, para quem não deseja viver fortes emoções, que nem mesmo a Dilma sabe medir o tamanho da encrenca que está por vir.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tudo oque você deve saber antes de adquirir um imóvel na planta.


 A aquisição de um imóvel na planta se constitui em uma forma mais econômica de aquisição de um bem do que a compra de um pronto ou usado, além de ser a mais prática, uma vez permitir ao comprador o planejamento dos pagamentos, alteração das especificações de acabamento, modificações internas e programação da entrega, além de se caracterizar como uma forma de poupança.
Contudo, as pessoas se deparam, de forma frequente, com questionamentos sobre esta modalidade de comercialização imobiliária, especialmente quando surgem notícias de eventuais fracassos de construtoras, expondo de forma exagerada o risco que existe em qualquer atividade econômica.
Da mesma forma, quando um comprador enfrenta algum problema, como alterações no projeto inicial não comunicado ao comprador ou atraso na entrega do imóvel, o sistema é questionado como um todo.
Diante disso, no sentido do comprador evitar possíveis desgostos, é recomendável que adote algumas cautelas, começando pela solicitação e análise criteriosa de toda a documentação referente ao imóvel em construção e aos empreendedores, especialmente o registro da incorporação, que deve ser feita no Cartório de Registro de Imóveis.
Em seguida, deve ser analisado o projeto aprovado pela Prefeitura, não só da parte referente ao apartamento ou casa, mas também das áreas comuns do edifício ou condomínio, confirmando a coincidência com os prospectos e anúncios, sendo que os acabamentos devem estar contidos em um documento denominado memorial de incorporação, que igualmente faz parte do registro da incorporação.
 Importante também que sejam guardados todos os materiais utilizados durante a compra, especialmente folhetos de publicidade, anúncios em jornais e informações escritas dos vendedores, cuja verificação do cumprimento deve ser exercida mediante acompanhamento do andamento da obra.
Tudo isto nos parece razoável para uma boa aquisição, entretanto, enfatizamos aquele que talvez seja o mais importante a ser pesquisado, o histórico da construtora ou incorporadora, que deve ser feito mediante simples consulta a outros compradores de construções já acabados ou solicitando uma pesquisa junto aos órgãos de defesa do consumidor ou na justiça.